Sistema fácil de usar: por que isso decide tudo
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Em resumo: em um sistema de controle de clientes, a facilidade de uso não é um detalhe estético: é o fator que decide se o sistema vai existir daqui a dois meses. Um sistema só funciona se for preenchido todo dia; se preencher custa caro, você para, e uma base desatualizada mente com cara de relatório. Fácil de usar significa três coisas concretas: abre mostrando o que fazer hoje, pede poucos campos e usa uma tela que você já conhece.
Aviso: o CRM in Excel é o nosso produto e ele foi construído nessa aposta. Ela tem um custo, e você vai lê-lo mais adiante: a estrutura é fixa e não dá para editar as colunas.
O sistema que você não usa vale zero
Comece por essa obviedade, porque ela é sistematicamente esquecida na hora da escolha. Comparativos de sistemas listam funções: quantos campos, quantas automações, quantos relatórios. Nenhum deles mede a única coisa que decide o resultado: se você vai continuar preenchendo daqui a dois meses.
E é sempre a mesma história. Semana um, preenchimento perfeito. Semana três, só o essencial. Mês dois, você abre o sistema uma vez por semana e mente para si mesmo. Mês três, o trabalho de verdade voltou para uma planilha paralela ou para o caderno.
Facilidade de uso, em termos práticos
Não é design bonito. É a quantidade de decisões que o sistema não te obriga a tomar. Na prática, três coisas:
- Abre já mostrando o que fazer. Você abre o arquivo e a lista de quem contatar hoje está na tela. Sem navegar, sem filtrar, sem montar relatório. Se você precisa de três cliques para descobrir o seu próprio trabalho, o sistema está errado.
- Pede poucos campos. Dez, não quarenta. Cada campo obrigatório é um pedágio entre você e a próxima ligação, e o pedágio se paga todo dia.
- Usa uma tela que você já conhece. Toda interface nova é uma dívida de aprendizado. Toda interface conhecida é crédito.
Por que o Excel ganha nesse quesito específico
É a vantagem mais subestimada de um sistema construído dentro do Excel: você já sabe usar. Filtrar, ordenar, digitar em uma célula, procurar com Ctrl+F: são gestos que você faz há anos. Não há vocabulário novo para decorar, não há tela nova para aprender, não há treinamento de implantação.
Isso não é preguiça nem falta de ambição. É reconhecer onde está o gargalo real: não é falta de recurso no software, é o custo de atenção do uso diário. Quem já usa Excel entra em um sistema em Excel sem curva nenhuma.
Simples não é o mesmo que fraco
Vale desfazer a confusão. Fácil de usar é abrir o arquivo e enxergar a tarefa do dia sem passar por cinco telas. Pobre seria trabalhar sem lembrete, sem busca e sem nenhum número no fim da semana. As três coisas cabem em uma tela só, e é assim que se comporta um aplicativo bem construído dentro do Excel.
O mesmo raciocínio, aplicado ao tamanho do sistema, está em CRM simples para pequenas empresas.
O custo da facilidade: a estrutura é fixa
Aqui vem a parte que ninguém coloca na página de vendas, e que é justo colocar. Um sistema que funciona sozinho (que lembra, que prepara mensagem, que conta ligação), depende de macros. E macros dependem de a estrutura das colunas estar onde elas esperam.
Consequência direta: no nosso sistema você não edita as colunas nem muda a estrutura. Você preenche, filtra, usa. Se o seu negócio exige campos muito particulares e você quer liberdade total para remodelar a planilha, monte a sua própria, o guia está em Controle de clientes em Excel, e ali você manda em cada célula. É a troca clássica: liberdade total, ou coisas que acontecem sozinhas. Não existem as duas ao mesmo tempo.
O que não é problema de facilidade (e a nuvem resolve melhor)
Facilidade de uso não conserta limitação estrutural. Se você precisa de:
- trabalho em equipe com várias pessoas na mesma base ao mesmo tempo;
- integrações com site, e-mail ou agenda entrando sozinhas;
- trabalho pelo celular, na rua, o dia inteiro;
então o sistema mais fácil de usar do mundo não vai te servir, porque o problema não é a interface. Nesses casos, um sistema em nuvem ganha. O nosso roda no Windows, offline, para uma pessoa.
O nosso sistema, em uma tela
Facilidade se mede usando, não lendo comparativo. O CRM in Excel parte de uma tela que você já conhece, a do Excel, e abre direto na agenda do dia com os retornos pendentes à vista. As 14 situações de contato substituem o campo livre onde cada dia você escreve de um jeito, e os modelos de mensagem já vêm redigidos para adaptar. A estrutura das colunas é fixa, e essa é a troca: menos liberdade, menos decisão para tomar. A preparação inicial toma algo entre meia hora e uma hora, uma vez na vida. Depois é abrir e trabalhar, sem conexão e sem cobrança recorrente. Para testar se trabalhar dentro de uma planilha combina com você, a versão gratuita serve exatamente a isso: 1.000 contatos, 7 situações, procura pelo telefone, tudo em inglês, sem a agenda que se monta sozinha, sem lembretes e sem modelos. Não há formulário no caminho do download.
Perguntas frequentes
O que faz um sistema de controle de clientes ser fácil de usar?
Abrir já mostrando o que fazer hoje, pedir poucos campos e usar uma tela que você já conhece.
Por que a facilidade de uso decide o sucesso do sistema?
Porque o sistema só funciona se for preenchido todo dia. Quando preencher custa caro, você para, e a base passa a mentir.
Quanto tempo leva para aprender a usar um sistema de clientes?
Se ele for simples, minutos para entender e cerca de uma hora para configurar. "Treinamento de implantação" já é um sinal.
Excel é fácil de usar como sistema de clientes?
É, e essa é a vantagem mais subestimada: você já sabe usar, sem curva de aprendizado nenhuma.
Dá para mudar as colunas e a estrutura do sistema depois?
Em uma planilha própria, sim. Em um sistema com macros, não: o código depende da estrutura das colunas.
Ferramenta fácil é aquela que você abre no dia ruim também. Se quiser conferir o raciocínio inteiro, o guia de montagem em Excel e Sistema sem mensalidade destrincham as duas escolhas. Quem já se convenceu vai direto ao programa completo; quem quer sentir antes pega o arquivo gratuito, mais simples, em inglês e sem cadastro nenhum.
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Michał B. Fedor